Encaro os olhos do passado
Você mora nele
Nesse corpo distante,
Na palavra escrita que se torna grande
Imensa demais pra ser ignorada…
Lembra de mim?
A garganta anuncia uma saudade
Sem nada dizer
Há apenas os sentimentos de um segredo ferido
Os dedos alcançam certa esperança
Relembro com o gosto na boca:
Somos um lamento vazio
Uma febre que arde sem cessar
A vizinhança sente o cheiro da minha tortura
Nada externo sara essa inquietação
Mas nada fora de mim existe
É só aqui dentro:
Um lugar que você não pode chegar
Respiro e sinto
Como facas afiadas em meu peito:
Tenho o dom de esquecer
De esconder
De muito bem fingir
Você mora nele
Nesse corpo distante,
Na palavra escrita que se torna grande
Imensa demais pra ser ignorada…
Lembra de mim?
A garganta anuncia uma saudade
Sem nada dizer
Há apenas os sentimentos de um segredo ferido
Os dedos alcançam certa esperança
Relembro com o gosto na boca:
Somos um lamento vazio
Uma febre que arde sem cessar
A vizinhança sente o cheiro da minha tortura
Nada externo sara essa inquietação
Mas nada fora de mim existe
É só aqui dentro:
Um lugar que você não pode chegar
Respiro e sinto
Como facas afiadas em meu peito:
Tenho o dom de esquecer
De esconder
De muito bem fingir
· Neolíria ·