A beleza que vai do fogo ao caos
Em seus olhos, leio a impaciência
Nossos corações se dividem em pura aflição
Os dias são escritos com caneta de tinta que falha
Tentamos ditar novas palavras, mas nossos esforços são em vão
No desprazer de apaziguar tais emoções fervorosas
Com a ponta dos dedos, te toco
E sou capaz de sentir o grito enjaulado que se esconde na garganta
O mesmo que já conheço: domina a boca, embaça os olhos e lapida o instinto

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