Caos atraente
Às vezes, quando dou voz aos meu delírios,
Questiono se ainda existo em você
Viva, ardente, segura
E, principalmente, inteira
Na rebeldia do meu corpo,
Do insulto ao gemido contido,
Escorrem desejos do teu regresso
A madrugada é minha companhia
No precipício dos pensamentos que sussuram bonitas mentiras
Inutilmente, tento calar
Os suspiros se prologam... sinto tédio.
Percorre em minha pele sensações indecifráveis
Colapsando sobre o crime que essa distância comete
Me sinto frágil.
Sou alvo da tua raiva do mundo

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