Que não falte a liberdade de ser quem somos
A garganta arranha gritando palavras que soam o mais profundo silêncio. Em momentos como este, me permito abraçar a delicadeza das lembranças. Se não for o que tenho hoje, o que sobra de mim? Confesso: esqueci das promessas feitas há tanto. Sobrou pouco, muito pouco. Migalhas do que fui desenham meu eu.

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